Segunda-feira, Junho 15, 2009
"No one never gonna survive/unless we get a little crazy"*
*=Crazy, na versão Alanis - como tudo o que vai e volta...
Não, ao contrário do que parece, não abandonei o blog. Depois de incontáveis tentativas de atualizar esta budega, desisti por uns tempos, depois a eloquência parecia desistir de mim mas... tanta coisa, tanto pensamentos, tantas porradas da vida que não tem como não me expressar.
E pra bem da verdade, neste momento, se o post for pro saco como os últimos 13, que se dane. Porque eu preciso botar tudo por escrito, nem que seja só pra concatenar as ideias.
Ninguém me disse que crescer seria fácil. Mas vá pra putaquepariu (desculpe, sei que este é um blog de família), que foi muita dor pra tão pouco tempo. Inferno astral pós aniversário, retorno de Saturno 3 anos adiantado, sei lá. Sei que as coisas não estão fáceis e a depressão bateu violentíssima. É o tal do negócio: quando a ponta de um iceberg aparece, é porque o tal já está bem gigantesco lá nas profundezas.
Resumo resumidíssimo do que me aconteceu pra estar assim: descobrir o porquê de sempre sobrar mês no fim do salário (e adivinha se não é o óbvio?), uma baita punhalada justo no lugar onde eu mais me sentia dona da minha profissão, ter de ceder "o brinquedinho" (nas palavras da chefia) para alguém que acabou de chegar e só sabe fazer filosofia vazia à la Teatro Mágico, ex retornando das catacumbas, eu morta, perder o ar que eu respiro e qualquer traço de sonho com ele; me ver inexoravelmente sozinha. E obviamente, a faculdade sente os efeitos de tudo isso, com direito a exames e mais exames.
A maior das perdas é, sem sombra de dúvida, a da ilusão. Como olhar pra ele e conseguir não desabar de chorar ao pensar que nunca vou beijar seus olhos? Como não morrer de asfixia com o seu cheiro, sabendo que nunca chegarei perto daquele pescoço? E como conviver com tudo isso e continuar os dias, sem nem poder surtar de vez e demonstrar um tantinho do quanto minha alma morre?
E mais do que isso, o dèja-vu que me persegue. Porque eu consigo cair até onde não tinha buraco pra cair.Amèlie, ma chèrie, não há felicidade pra você, seja feliz através dos outros e contente-se com isso. Ou faça melhor que a Amèlie, e seque de uma vez esse coração idiota que só serve pra te botar em roubada.
É isso mesmo, vira uma vixen de vez, mata essa Lua em Câncer e assume de vez seu Escorpião. Pára de fazer paralelos com personagens fofinhas e sonhadoras, ou as guarde mesmo pros outros, não pra si. Mata logo essa ilusão cretina de que você, assim como os outros, vai encontrar alma gêmea, etc, etc. Já tá na hora de contemplar a ideia de não casar e ser mãe da boemia. E usa esse ex pra matar sua fome e depois chuta bem chutado, antes que ele te chute de novo.
Dramática? Provável. Vou cumprir? Possivelmente não. Mas é assim que eu tô sentindo agora e é assim que eu espero sentir de agora em diante.
PS: E pra completar... Mais alguém muito querido que vai embora. E nessa mania maldita que nós, humanos, temos de dizer amanhã o quanto a gente gosta de algumas pessoas, ele se foi... O único irmão do meu pai, meu tio fofinho com risada de criança. E da mesma forma que meu pai, porque se a dor de perdê-lo não basta, tem de haver um dèja-vu pairando pra que vejamos nos nossos primos queridos a dor que já doeu em nossos olhos. Tchau, tio Nico, vai com Deus porque lá em cima deve estar rolando uma gritaria e uma festa danada em volta de uma certa jaqueira que também não há mais neste mundo...
AGORA
Halls
Vazio e medo de não conseguir escrever a p***a da resenha
"Meldels, preciso terminar a p***a da resenha"
Calça bege e blusa de lã folk
Nada
Twitter - eh, vício...
Nada
Inteligência Emocional (teoria faz bem...)
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postado por Moi às
10:01 PM
"No one never gonna survive/unless we get a little crazy"*
*=Crazy, na versão Alanis - como tudo o que vai e volta...
Não, ao contrário do que parece, não abandonei o blog. Depois de incontáveis tentativas de atualizar esta
budega, desisti por uns tempos, depois a eloquência parecia desistir de mim mas... tanta coisa, tanto pensamentos, tantas porradas da vida que não tem como não me expressar.
E pra bem da verdade, neste momento, se o post for pro saco como os últimos 13, que se dane. Porque eu preciso botar tudo por escrito, nem que seja só pra concatenar as ideias.
Ninguém me disse que crescer seria fácil. Mas vá pra putaquepariu (desculpe, sei que este é um blog de família), que foi muita dor pra tão pouco tempo. Inferno astral pós aniversário, retorno de Saturno 3 anos adiantado, sei lá. Sei que as coisas não estão fáceis e a depressão bateu violentíssima. É o tal do negócio: quando a ponta de um iceberg aparece, é porque o tal já está bem gigantesco lá nas profundezas.
Resumo resumidíssimo do que me aconteceu pra estar assim: descobrir o porquê de sempre sobrar mês no fim do salário (e adivinha se não é o óbvio?), uma baita punhalada justo no lugar onde eu mais me sentia dona da minha profissão, ter de ceder "o brinquedinho" (nas palavras da chefia) para alguém que acabou de chegar e só sabe fazer filosofia vazia à la Teatro Mágico, ex retornando das catacumbas, eu morta, perder o ar que eu respiro e qualquer traço de sonho com ele; me ver inexoravelmente sozinha. E obviamente, a faculdade sente os efeitos de tudo isso, com direito a exames e mais exames.
A maior das perdas é, sem sombra de dúvida, a da ilusão. Como olhar pra ele e conseguir não desabar de chorar ao pensar que nunca vou beijar seus olhos? Como não morrer de asfixia com o seu cheiro, sabendo que nunca chegarei perto daquele pescoço? E como conviver com tudo isso e continuar os dias, sem nem poder surtar de vez e demonstrar um tantinho do quanto minha alma morre?
E mais do que isso, o dèja-vu que me persegue. Porque eu consigo cair até onde não tinha buraco pra cair.Amèlie, ma chèrie, não há felicidade pra você, seja feliz através dos outros e contente-se com isso. Ou faça melhor que a Amèlie, e seque de uma vez esse coração idiota que só serve pra te botar em roubada.
É isso mesmo, vira uma vixen de vez, mata essa Lua em Câncer e assume de vez seu Escorpião. Pára de fazer paralelos com personagens fofinhas e sonhadoras, ou as guarde mesmo pros outros, não pra si. Mata logo essa ilusão cretina de que você, assim como os outros, vai encontrar alma gêmea, etc, etc. Já tá na hora de contemplar a ideia de não casar e ser mãe da boemia. E usa esse ex pra matar sua fome e depois chuta bem chutado, antes que ele te chute de novo.
Dramática? Provável. Vou cumprir? Possivelmente não. Mas é assim que eu tô sentindo agora e é assim que eu espero sentir de agora em diante.
PS: E pra completar... Mais alguém muito querido que vai embora. E nessa mania maldita que nós, humanos, temos de dizer amanhã o quanto a gente gosta de algumas pessoas, ele se foi... O único irmão do meu pai, meu tio fofinho com risada de criança. E da mesma forma que meu pai, porque se a dor de perdê-lo não basta, tem de haver um dèja-vu pairando pra que vejamos nos nossos primos queridos a dor que já doeu em nossos olhos. Tchau, tio Nico, vai com Deus porque lá em cima deve estar rolando uma gritaria e uma festa danada em volta de uma certa jaqueira que também não há mais neste mundo...
AGORA
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postado por <$Moi$> às
10:01 PM
Terça-feira, Fevereiro 17, 2009
Testando...
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postado por Moi às 8:22 PM
Testando...
postado por <$Moi$> às
8:22 PM
Terça-feira, Setembro 23, 2008
I'm breaking down, I just can't take it anymore/I won't let you go/You know I'm coming/'Cause I just can't get another day without you next to me..."*
*=Coming for you, da Jojo - com quase um ano de atraso, mas um dia a ficha cai...rs
Milhões de coisas aconteceram e continuam acontecendo, como de costume nos meus hiatos - forçados ou não. A situação do post abaixo já mudou, já complicou e já mudou de novo - porque afinal, se a audiência cai, a gente bota a mocinha num novo polígono amoroso, se a audiência melhorou, vamos ver se dessa vez ela fica com o mocinho!
É fato que a melhor maneira de se aproximar de alguém é ter de se afastar dessa pessoa. Tudo bem que no meu caso chega a ser lugar comum. Meu namoro platônico é um daqueles namoros "vai-e-volta", embora parece que eu finalmente percebi o óbvio: homens são como autistas, entendem tudo o que você diz de forma literal. Se você quer que o fulano leve o lixo lá fora, diga "leve o lixo lá fora". Agora, se você quer que ele leve o lixo lá fora, coloque no cesto, tampe o cesto e bote o gato pra fora, tem que dizer: "leve o lixo lá fora, coloque no cesto, tampe o cesto e bote o gato pra fora". Não, ainda não mandei ele botar o gato pra fora (no bom sentido). Mas estou sendo mais honesta, e mais do que por ele, por mim. Antes era fato, eu tinha a insegurança a prender meus lábios. Agora eu SEI que a mesma tempestade que chove aqui dentro também troveja naquele peito largo. Então, por que mentir pra mim? Por que prender meus movimentos com medo de que algo escape? Isso não tem mais a ver com ele, nem com os guias, tem a ver com a personagem principal disso tudo: EU. Não é mais uma questão de dar a ele poder sobre mim - até porque essse eu já vi que é só meu mesmo, graças aos Deuses. É algo que eu devo a mim mesma.
Se eu tenho vontade de dizer coisas doces a ele, por que não? Se eu me derreto diante daquela passada de mão nos cabelos, qual o sentido de ficar brincando de estátua? Se os movimentos dele prendem a minha respiração, por que fingir que não estou olhando pr'aquele corpo que - oh, Deuses! ?
Tudo bem, tem gente que eu devo ouvir me dizendo que eu devo virar a página. E talvez devesse mesmo, porque "desse mato tá difícil de sair coelho". Mas eu vou ficar me torturando quando todas as outras evidências apontam o contrário? E de mais a mais, nada disso no fim das contas é com a intenção de conquistar. É pelo sorriso encabulado de quem não sabe responder a elogio (será que ele não sabe MESMO da beleza mesmerizante que ele tem? Do efeito que essa mistura de doce de leite e testosterona é capaz de causar?), e é pelo duradouro sorriso que eu não consigo guardar.
(Tem mais alguma coisa meio bafônica, uns grandes episódios, mas agora não dá pra falar...tenho aula e a realidade chama...)
PS: não foram só flores nesse período, mas como eu disse, agora não dá pra me prolongar...
AGORA
Pingo D'ouro e Aquarius Fresh - quem não tem Mc...
Tonteira de lembrar de certas coisas...
Por que esta bodega de cursor está duplicado?
Pantalona social, blusa de manga fofa rosa, lenço parisiense no pescoço
O povo da faculdade na biblioteca
Blogs amigos, que não dá pra comentar na facul...
Viva la vida - Coldplay
Casório, da Marian Keyes (essa é outra que sabe falar de mim...rs)
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postado por Moi às
9:35 PM
I'm breaking down, I just can't take it anymore/I won't let you go/You know I'm coming/'Cause I just can't get another day without you next to me..."*
*=Coming for you, da Jojo - com quase um ano de atraso, mas um dia a ficha cai...rs
Milhões de coisas aconteceram e continuam acontecendo, como de costume nos meus hiatos - forçados ou não. A situação do post abaixo já mudou, já complicou e já mudou de novo - porque afinal, se a audiência cai, a gente bota a mocinha num novo polígono amoroso, se a audiência melhorou, vamos ver se dessa vez ela fica com o mocinho!
É fato que a melhor maneira de se aproximar de alguém é ter de se afastar dessa pessoa. Tudo bem que no meu caso chega a ser lugar comum. Meu namoro platônico é um daqueles namoros "vai-e-volta", embora parece que eu finalmente percebi o óbvio: homens são como autistas, entendem tudo o que você diz de forma literal. Se você quer que o fulano leve o lixo lá fora, diga "leve o lixo lá fora". Agora, se você quer que ele leve o lixo lá fora, coloque no cesto, tampe o cesto e bote o gato pra fora, tem que dizer: "leve o lixo lá fora, coloque no cesto, tampe o cesto e bote o gato pra fora". Não, ainda não mandei ele botar o gato pra fora (no bom sentido). Mas estou sendo mais honesta, e mais do que por ele, por mim. Antes era fato, eu tinha a insegurança a prender meus lábios. Agora eu SEI que a mesma tempestade que chove aqui dentro também troveja naquele peito largo. Então, por que mentir pra mim? Por que prender meus movimentos com medo de que algo escape? Isso não tem mais a ver com ele, nem com os guias, tem a ver com a personagem principal disso tudo: EU. Não é mais uma questão de dar a ele poder sobre mim - até porque essse eu já vi que é só meu mesmo, graças aos Deuses. É algo que eu devo a mim mesma.
Se eu tenho vontade de dizer coisas doces a ele, por que não? Se eu me derreto diante daquela passada de mão nos cabelos, qual o sentido de ficar brincando de estátua? Se os movimentos dele prendem a minha respiração, por que fingir que não estou olhando pr'aquele corpo que - oh, Deuses! ?
Tudo bem, tem gente que eu devo ouvir me dizendo que eu devo virar a página. E talvez devesse mesmo, porque "desse mato tá difícil de sair coelho". Mas eu vou ficar me torturando quando todas as outras evidências apontam o contrário? E de mais a mais, nada disso no fim das contas é com a intenção de conquistar. É pelo sorriso encabulado de quem não sabe responder a elogio (será que ele não sabe MESMO da beleza mesmerizante que ele tem? Do efeito que essa mistura de doce de leite e testosterona é capaz de causar?), e é pelo duradouro sorriso que eu não consigo guardar.
(Tem mais alguma coisa meio bafônica, uns grandes episódios, mas agora não dá pra falar...tenho aula e a realidade chama...)
PS: não foram só flores nesse período, mas como eu disse, agora não dá pra me prolongar...
AGORA
Pingo D'ouro e Aquarius Fresh - quem não tem Mc...
Tonteira de lembrar de certas coisas...
Por que esta bodega de cursor está duplicado?
Pantalona social, blusa de manga fofa rosa, lenço parisiense no pescoço
O povo da faculdade na biblioteca
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Casório, da Marian Keyes (essa é outra que sabe falar de mim...rs)
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postado por <$Moi$> às
9:35 PM
Segunda-feira, Maio 26, 2008
"You're still a part of everything I do/You're in my heart just like a tattoo"*
*= Tattoo, da Jordin-cada país tem o Fama que merece-Sparks...as tais palavras que eu vinha buscando pra dizer o impronunciável....
Contos de fadas nem sempre têm final feliz, já diz a Fergie. Ou final feliz é um troço muito relativo, sei lá...
As luzes do Centro, tão lindo debaixo da sujeira, se embaçam nos meus olhos. Lembranças superficiais e deliciosas dessas ruas européias se misturam a alguns dos momentos mais doces de uma das histórias mais lindas da minha vida - como um lembrete de qual destino devo dar a essas lembranças cuja tinta ainda está fresca. Só tem um pequeno problema: esses lembretes apontam pra duas direções opostas - pra fora e pra dentro.
Devo mergulhar em mim pra entender como consegui dar aqueles passos autônomos e tentar reproduzi-los? Ou devo me jogar pra fora de mim, e fazer de tudo pra me manter na superfície pra não me afogar em mim? Em ambos o risco é o mesmo: cair na mesma pedra. Mas qual desses caminhos é o que não tem a tal pedra?
Uma coisa é certa: não dá mais pra ficar aqui. Os créditos sobem, as luzes se acendem, não tem mais filme. No regrets, de verdade. Pela primeira vez posso dizer, mesmo agora; viveria tudo outra vez. E por isso mesmo é tão difícil olhar pra esse olhar de menino perdido e não me perder nele. Por isso mesmo, por toda a beleza do que foi mais do que se tivesse acontecido, é que é tão duro não molhar meu olhar com as tuas lágrimas presas. Eu sei e você também sabe que não há mais nada aqui pra nós dois. Talvez um dia, noutro reino. Talvez não.
Mas o que fazer com essa vozinha idiota que fica lá no fundo, dizendo "só mais um pouco, mais um tiquinho e você consegue"? Como resistir ao teu sorriso abrindo a maçaneta do meu lar? Sei que um pouco da tua beleza sempre vou levar comigo. Mas e o resto, e o sonho?
Romper raízes e buscar novos solos é dolorido e necessário - embora não seja de todo ruim, devo confessar. Mas saber pra onde crescer ajudaria um bocado.
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postado por Moi às 8:39 PM
"You're still a part of everything I do/You're in my heart just like a tattoo"*
*= Tattoo, da Jordin-cada país tem o Fama que merece-Sparks...as tais palavras que eu vinha buscando pra dizer o impronunciável....
Contos de fadas nem sempre têm final feliz, já diz a Fergie. Ou final feliz é um troço muito relativo, sei lá...
As luzes do Centro, tão lindo debaixo da sujeira, se embaçam nos meus olhos. Lembranças superficiais e deliciosas dessas ruas européias se misturam a alguns dos momentos mais doces de uma das histórias mais lindas da minha vida - como um lembrete de qual destino devo dar a essas lembranças cuja tinta ainda está fresca. Só tem um pequeno problema: esses lembretes apontam pra duas direções opostas - pra fora e pra dentro.
Devo mergulhar em mim pra entender como consegui dar aqueles passos autônomos e tentar reproduzi-los? Ou devo me jogar pra fora de mim, e fazer de tudo pra me manter na superfície pra não me afogar em mim? Em ambos o risco é o mesmo: cair na mesma pedra. Mas qual desses caminhos é o que não tem a tal pedra?
Uma coisa é certa: não dá mais pra ficar aqui. Os créditos sobem, as luzes se acendem, não tem mais filme.
No regrets, de verdade. Pela primeira vez posso dizer, mesmo agora; viveria tudo outra vez. E por isso mesmo é tão difícil olhar pra esse olhar de menino perdido e não me perder nele. Por isso mesmo, por toda a beleza do que foi mais do que se tivesse acontecido, é que é tão duro não molhar meu olhar com as tuas lágrimas presas. Eu sei e você também sabe que não há mais nada aqui pra nós dois. Talvez um dia, noutro reino. Talvez não.
Mas o que fazer com essa vozinha idiota que fica lá no fundo, dizendo "só mais um pouco, mais um tiquinho e você consegue"? Como resistir ao teu sorriso abrindo a maçaneta do meu lar? Sei que um pouco da tua beleza sempre vou levar comigo. Mas e o resto, e o sonho?
Romper raízes e buscar novos solos é dolorido e necessário - embora não seja de todo ruim, devo confessar. Mas saber pra onde crescer ajudaria um bocado.
postado por <$Moi$> às
8:39 PM
Domingo, Maio 25, 2008
I've been living with a shadow overhead/ I've been sleeping with a cloud above my bed/ I've been lonely for so long/ Trapped in the past, I just can't seem to move on"*
*=Way back into love, da minha mais nova paixão, o filme Letra e Música - aliás, não é que o danadinho do Hugh Grant canta bem?
Depois de tanto tempo, cá estou. Revisando velhos hábitos, limpando comunidades no Orkut, repensando a vida. Eu sei que já ganhei muita coisa, conquistei uma auto-imagem que nunca tive, uma imagem que faz tempo eu não tinha, um manequim idem, experiência profissional. Mas muita coisa também desgovernou, e persiste a sensação de dejà-vú. E nessas oscilações, volta a maldita alergia, que, se havia alguma dúvida, está comprovado: é totalmente emocional.
Sei lá...às vezes a inspiração me pega e dá vontade de dizer tantas coisas...e todas elas me engasgam no instante que consigo ficar de frente com um teclado.
Mas eu ainda estou tentando visitar todas as pessoas da net de quem sinto tanta saudade...
Anywya, quem sabe quando a inspiração voltar eu escrevo um post, nem que seja offline...
AGORA
Danoninho da Gaby, muuuito melhor que o original
Coceira, melancolia
Quero ir pra balada!
Pijama novo de ema
Nada
Orkut
Way back into love
Harry Potter e as Relíquias da morte
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postado por Moi às
2:04 AM
I've been living with a shadow overhead/ I've been sleeping with a cloud above my bed/ I've been lonely for so long/ Trapped in the past, I just can't seem to move on"*
*=Way back into love, da minha mais nova paixão, o filme Letra e Música - aliás, não é que o danadinho do Hugh Grant canta bem?
Depois de tanto tempo, cá estou. Revisando velhos hábitos, limpando comunidades no Orkut, repensando a vida. Eu sei que já ganhei muita coisa, conquistei uma auto-imagem que nunca tive, uma imagem que faz tempo eu não tinha, um manequim idem, experiência profissional. Mas muita coisa também desgovernou, e persiste a sensação de dejà-vú. E nessas oscilações, volta a maldita alergia, que, se havia alguma dúvida, está comprovado: é totalmente emocional.
Sei lá...às vezes a inspiração me pega e dá vontade de dizer tantas coisas...e todas elas me engasgam no instante que consigo ficar de frente com um teclado.
Mas eu ainda estou tentando visitar todas as pessoas da net de quem sinto tanta saudade...
Anywya, quem sabe quando a inspiração voltar eu escrevo um post, nem que seja offline...
AGORA
Danoninho da Gaby, muuuito melhor que o original
Coceira, melancolia
Quero ir pra balada!
Pijama novo de ema
Nada
Orkut
Way back into love
Harry Potter e as Relíquias da morte
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postado por <$Moi$> às
2:04 AM
Terça-feira, Março 11, 2008
Why the hell...
...as mudanças de template não foram pro ar??? Oh, Deuses, por que?
AGORA
Pão australiano com chá branco
Fome, sono, alívio, dúvida
"Putaquepariu, tenho que fazer um mundaréu de coisa..."
Jeans slinny escuro, melissa pink e blusinha de fita lilás
O Aspira com o fone de ouvido bancando o Stevie Wonder
Pasta Dia
Nelly Furtado-Maneater
A insustentável leveza do ser, Dibs-em busca de si mesmo, livro pro trabalho de Avaliação Psicológica
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postado por Moi às
10:58 AM
Why the hell...
...as mudanças de template não foram pro ar??? Oh, Deuses, por que?
AGORA
Pão australiano com chá branco
Fome, sono, alívio, dúvida
"Putaquepariu, tenho que fazer um mundaréu de coisa..."
Jeans slinny escuro, melissa pink e blusinha de fita lilás
O Aspira com o fone de ouvido bancando o Stevie Wonder
Pasta Dia
Nelly Furtado-Maneater
A insustentável leveza do ser, Dibs-em busca de si mesmo, livro pro trabalho de Avaliação Psicológica
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postado por <$Moi$> às
10:58 AM
Segunda-feira, Março 10, 2008
...*
*=Sem título, porque não tem como definir. Vocês já sabem o que lhes espera...
Inúmeras coisas pra dizer, que fazem com que as palavras se esgotem ou fiquem redundantes. Perdas das quais vou me recuperar e presentes que eu vou levar por toda a minha vida. Rir e chorar ao mesmo tempo, e uma presença eterna, doce e divertida no meio da ausência.
Por onde começar? Pela doçura e cuidado de um Príncipe Encantado ou pelo muro que nos separa? Pelo lamento do seu alaúde ou pelo coaxar de quando ele volta pro lago?
Um homem como eu sempre sonhei, exceto por um pequeno detalhe: um detalhe de aproximadamente 1,60m. E ao mesmo tempo em que ele sempre está por perto, fala uma língua que eu não entendo – e haja DR pra chegar na compreensão do que os olhos expressam. A confusão de sentimentos acaba engolfando qualquer tentativa de eloqüência.
E por falar em eloqüência, o que falta de um lado sobra de outro. (Tudo bem que o ditado é “in vino, veritas”, mas acho que cerveja serve.) Essa é a grande droga dos insights: uma vez que eles vêm à tona, não dá mais pra fingir que eles não estão lá. E o que que eu faço, se saber que a mesma fisgada que acontece aqui também acontece ali, e nada que a gente possa – ou deva – fazer? E bem que eu disse: “que os Deuses me dêem juízo, porque se derem coragem, lascou-se!”. Grande coisa. Nem uma coisa, nem outra, e eu to ferrada anyway, e alguém em outro plano deve ter se divertido muito com essa homenagem maluca que só nós três seríamos capazes de compreender.
Homenagem pequena para uma vida tão intensa. Uma vida tão grande que não coube nos seus 50 anos, nem nos 7 meses que convivemos. Nos encontramos na hora certa: você precisava de uma luz que te guiasse no fim deste seu caminho, e eu precisava de uma luz para me orientar no início do meu. No meu conto de fadas, você foi a fada-madrinha – me transformou de uma menina tardiamente perdida em uma mulher que sabe pra onde está indo. E madrinha sempre vai ser, eternizada nos rabiscos de um menininho feito de marshmallow, que sempre seguirá na tua mão e na minha parede.
De tanto sofrer nas mãos de madrastas que quase me mataram, você me acolheu com cumplicidade e carinho. E tudo o que coube nesses meses não cabe nesse blog que você nem soube existir. Você poderia ter sido só minha chefa. Mas foi muito mais que isso: foi inspiração, amiga, mentora e até um pouco mãe. Linda, corajosa, forte, inteligente, doce.
Todo mundo diz que “os bons morrem jovens”. Não acho que seja verdade. Acho que na verdade, pessoas que vivem de maneira tão intensa podem se dar ao luxo de ir embora cedo, pois viveram o suficiente. Então, adeus, amiga; ou até outro dia. Você sempre vai seguir comigo – agora vai descansar, que você merece.
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postado por Moi às 11:27 PM
...*
*=Sem título, porque não tem como definir. Vocês já sabem o que lhes espera...
Inúmeras coisas pra dizer, que fazem com que as palavras se esgotem ou fiquem redundantes. Perdas das quais vou me recuperar e presentes que eu vou levar por toda a minha vida. Rir e chorar ao mesmo tempo, e uma presença eterna, doce e divertida no meio da ausência.
Por onde começar? Pela doçura e cuidado de um Príncipe Encantado ou pelo muro que nos separa? Pelo lamento do seu alaúde ou pelo coaxar de quando ele volta pro lago?
Um homem como eu sempre sonhei, exceto por um pequeno detalhe: um detalhe de aproximadamente 1,60m. E ao mesmo tempo em que ele sempre está por perto, fala uma língua que eu não entendo – e haja DR pra chegar na compreensão do que os olhos expressam. A confusão de sentimentos acaba engolfando qualquer tentativa de eloqüência.
E por falar em eloqüência, o que falta de um lado sobra de outro. (Tudo bem que o ditado é “in vino, veritas”, mas acho que cerveja serve.) Essa é a grande droga dos insights: uma vez que eles vêm à tona, não dá mais pra fingir que eles não estão lá. E o que que eu faço, se saber que a mesma fisgada que acontece aqui também acontece ali, e nada que a gente possa – ou deva – fazer? E bem que eu disse: “que os Deuses me dêem juízo, porque se derem coragem, lascou-se!”. Grande coisa. Nem uma coisa, nem outra, e eu to ferrada anyway, e alguém em outro plano deve ter se divertido muito com essa homenagem maluca que só nós três seríamos capazes de compreender.
Homenagem pequena para uma vida tão intensa. Uma vida tão grande que não coube nos seus 50 anos, nem nos 7 meses que convivemos. Nos encontramos na hora certa: você precisava de uma luz que te guiasse no fim deste seu caminho, e eu precisava de uma luz para me orientar no início do meu. No meu conto de fadas, você foi a fada-madrinha – me transformou de uma menina tardiamente perdida em uma mulher que sabe pra onde está indo. E madrinha sempre vai ser, eternizada nos rabiscos de um menininho feito de marshmallow, que sempre seguirá na tua mão e na minha parede.
De tanto sofrer nas mãos de madrastas que quase me mataram, você me acolheu com cumplicidade e carinho. E tudo o que coube nesses meses não cabe nesse blog que você nem soube existir. Você poderia ter sido só minha chefa. Mas foi muito mais que isso: foi inspiração, amiga, mentora e até um pouco mãe. Linda, corajosa, forte, inteligente, doce.
Todo mundo diz que “os bons morrem jovens”. Não acho que seja verdade. Acho que na verdade, pessoas que vivem de maneira tão intensa podem se dar ao luxo de ir embora cedo, pois viveram o suficiente. Então, adeus, amiga; ou até outro dia. Você sempre vai seguir comigo – agora vai descansar, que você merece.
postado por <$Moi$> às
11:27 PM
Segunda-feira, Janeiro 14, 2008
Hey! Hey! Hey!!!!!!!!
EU TÔ VIVA! E ME MEXENDO! Só tô sem tempo, ou sem paciência pra net discada e nem-pen-sar em usar a mega-super-net-turpo-ultra-plus do trabalho, afinal...os monitores tem ouvidos!!! E boca!!! E contam tudo pros seus amigos! (Não, não bebi demais no fim do ano...rs o fato é que eu sei o poder que esse povo de TI tem dentro de uma empresa...rs)
Feliz 2008, ainda não da maneira que se deve, mas...
E eu quero mudar o template! Times they are a changin' nada, times changed a long ago! Times changed e o template também! (Não, não vai ser ainda dessa vez que eu vou ganhar um teplate personalizado, mesmo tendo descolado uma vaguinha de estágio, né??? Bléééééé! :P
Beijos!
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postado por Moi às 12:11 AM
Hey! Hey! Hey!!!!!!!!
EU TÔ VIVA! E ME MEXENDO! Só tô sem tempo, ou sem paciência pra net discada e nem-pen-sar em usar a mega-super-net-turpo-ultra-plus do trabalho, afinal...os monitores tem ouvidos!!! E boca!!! E contam tudo pros seus amigos! (Não, não bebi demais no fim do ano...rs o fato é que eu sei o poder que esse povo de TI tem dentro de uma empresa...rs)
Feliz 2008, ainda não da maneira que se deve, mas...
E eu quero mudar o template! Times they are a changin' nada, times changed a long ago! Times changed e o template também! (Não, não vai ser ainda dessa vez que eu vou ganhar um teplate personalizado, mesmo tendo descolado uma vaguinha de estágio,
né??? Bléééééé! :P
Beijos!
postado por <$Moi$> às
12:11 AM
Terça-feira, Outubro 23, 2007
"I was meant to tread the water/ But now I´ve gotten in too deep...You give me something/That makes me scared, alright/This could be nothing, but I´m willing to give it a try/Please give me something/´Cause someday I might know my heart"*
*=You give me something, do James Morisson-sim, a música da novela que acabou, e meu mantra, junto com Coming for you-quem diria...
Muito cuidado com tudo aquilo que desejas, pode se tornar realidade, sempre disse isso. Mas nunca na minha vida esse ditado irlandês teve esse significado.
O que desejamos pode nos revelar muito sobre nós mesmos. Mas quando não é o que, mas quem, as possibilidades se ampliam infinitamente. E esse homem tem me ensinado mais sobre mim mesma do que muitos dos anos de terapia que fiz.
Ele me fez descobrir uma vaidade que eu não sabia ter. Já fui insanamente vaidosa (a ponto de ter o apelido de dálmata, pois não ia à padaria sem estar pintada), pouco vaidosa (cortar o cabelo de vez em quando), nada vaidosa (lavar o cabelo e olhe lá). Mas há muito não tinha uma vaidade contente, que pode ter seus momentos malucos (passar maquiagem em pé no ônibus é uma arte), mas que no geral, é só vontade de "ficar bonita pra que os olhos do meu bem não vejam mais ninguém". E pra olhar no espelho e sorrir, com aquela certeza tranqüila de quem não precisa se lotar de maquiagem pra ser bela e notada, porque usa o melhor dos cosméticos.
Me ensinou também que eu amo sapatos. E quanto mais altos, melhor. Aliás, me ensinou a não ter medo dos saltos altos e abandonar a segurança do all star na sacola, e subir o Sumaré com a panturrilha se retorcendo e sorrir como uma bailarina. (Uma paixão um tanto quanto dispendiosa, verdade seja dita).
Me ensinou que aquele clichê de "a verdadeira beleza vem de dentro" é completamente verdadeiro. E que eu sou, sim, muito mais bonita do que eu pensava-e não foi o único a notar isso. E olha que ironia, até mesmo cobiçada-tudo bem que em terra de cego, mas mesmo assim, cobiçada e até que por alguém que, não fosse eu já estar tomada desse encantamento, provavelmente mereceria uma investida...
Através do olhar dele eu me tornei outra, aquela que eu sempre quis ser. Segura (quer dizer, isso ainda está em aberto...), fashion até, desenvolta, mulher. E me ensinou que, se eu pareço um poço de segurança, talvez eu a tenha mesmo, porque toda essa aura não surge do nada...(Muito embora essa aura se desvaneça quando eu penso no que ele pode estar fazendo nesse exato momento.)
E ele também me ensinou, vejam vocês, que eu não sei lidar com gente cuidando de mim. Passei tantos anos cuidando, correndo atrás de caras que nunca me devolviam a dedicação, que aprendi a prescindir desse cuidado, desse retorno. Passei tanto tempo desejando esse cuidado e quando ele aparece, voilá! eu não sei o que fazer. Não sei se insisto em pagar a conta, não sei se peço pra ele segurar meu material, se me sento quando ele dá o lugar. E eu também quero tomar conta desse homem...como controlar o impulso de tomar a frente de tudo, se eu passei a vida toda aprendendo a não precisar de nada disso? (Embora eu sinta muuuita falta quando tenho que carregar meu material..hehe)
E mais ainda, ele está me ensinando o autocontrole que eu sou lendária por nunca ter tido. E que até pra se ter autocontrole precisa ter uma medida, porque autocontrole demais acaba mascarando quem a gente é. E a esperar, logo eu, que nunca fui uma mulher do deserto.
O que me leva ao item mais forte dessa lista: me ensina quais são os meus medos, como eles surgiram e como eu faço pra lidar com eles. O pavor que eu criei de perder, e o quanto o medo da perda me faz correr o risco de perder-e ironicamente, esse se tornou o meu maior rival. A fobia de me magoar novamente, e o quanto eu jurei a mim mesma que homem nenhum jamais me faria sentir miserável de novo. E o medo de me sentir nas mãos de uma pessoa, sem nem ter certeza que essa pessoa sabe disso. E como é que eu faço pra me abrir, mesmo me sentindo tão vulnerável diante dessa força da natureza? E como a gente desata esse nó?
Ele me disse que é questão de tempo. Será? E o medo de ver a mesma novela, sempre? Mas que manobra posso fazer num espaço tão pequeno como esse que ele me deixou? E o que eu vou fazer se-toc,toc,toc-eu tiver que acordar do sonho e voltar pra realidade? E o medo até de falar dos medos, pra que eles não se concretizem? E o frio na barriga? E a carência? E a ansiedade?
É...pelo jeito ele ainda tem mais algumas coisas pra me ensinar...
AGORA
Club Social e groselha (promessa...)
Ansiedade
Meus Deuses, o que eu faço pra esperar?
Jeans caindo (YES!) e blusa preta
Nada
Orkut
Coming for you- JoJo
Sushi-Marian Keyes (livro de mulherzinha, ou melhor, exatamente a história DA mulherzinha aqui-I hope...)
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postado por Moi às
12:45 AM
"I was meant to tread the water/ But now I´ve gotten in too deep...You give me something/That makes me scared, alright/This could be nothing, but I´m willing to give it a try/Please give me something/´Cause someday I might know my heart"*
*=You give me something, do James Morisson-sim, a música da novela que acabou, e meu mantra, junto com Coming for you-quem diria...
Muito cuidado com tudo aquilo que desejas, pode se tornar realidade, sempre disse isso. Mas nunca na minha vida esse ditado irlandês teve esse significado.
O que desejamos pode nos revelar muito sobre nós mesmos. Mas quando não é o que, mas quem, as possibilidades se ampliam infinitamente. E esse homem tem me ensinado mais sobre mim mesma do que muitos dos anos de terapia que fiz.
Ele me fez descobrir uma vaidade que eu não sabia ter. Já fui insanamente vaidosa (a ponto de ter o apelido de dálmata, pois não ia à padaria sem estar pintada), pouco vaidosa (cortar o cabelo de vez em quando), nada vaidosa (lavar o cabelo e olhe lá). Mas há muito não tinha uma vaidade contente, que pode ter seus momentos malucos (passar maquiagem em pé no ônibus é uma arte), mas que no geral, é só vontade de "ficar bonita pra que os olhos do meu bem não vejam mais ninguém". E pra olhar no espelho e sorrir, com aquela certeza tranqüila de quem não precisa se lotar de maquiagem pra ser bela e notada, porque usa o melhor dos cosméticos.
Me ensinou também que eu amo sapatos. E quanto mais altos, melhor. Aliás, me ensinou a não ter medo dos saltos altos e abandonar a segurança do all star na sacola, e subir o Sumaré com a panturrilha se retorcendo e sorrir como uma bailarina. (Uma paixão um tanto quanto dispendiosa, verdade seja dita).
Me ensinou que aquele clichê de "a verdadeira beleza vem de dentro" é completamente verdadeiro. E que eu sou, sim, muito mais bonita do que eu pensava-e não foi o único a notar isso. E olha que ironia, até mesmo cobiçada-tudo bem que em terra de cego, mas mesmo assim, cobiçada e até que por alguém que, não fosse eu já estar tomada desse encantamento, provavelmente mereceria uma investida...
Através do olhar dele eu me tornei outra, aquela que eu sempre quis ser. Segura (quer dizer, isso ainda está em aberto...), fashion até, desenvolta, mulher. E me ensinou que, se eu pareço um poço de segurança, talvez eu a tenha mesmo, porque toda essa aura não surge do nada...(Muito embora essa aura se desvaneça quando eu penso no que ele pode estar fazendo nesse exato momento.)
E ele também me ensinou, vejam vocês, que eu não sei lidar com gente cuidando de mim. Passei tantos anos cuidando, correndo atrás de caras que nunca me devolviam a dedicação, que aprendi a prescindir desse cuidado, desse retorno. Passei tanto tempo desejando esse cuidado e quando ele aparece, voilá! eu não sei o que fazer. Não sei se insisto em pagar a conta, não sei se peço pra ele segurar meu material, se me sento quando ele dá o lugar. E eu também quero tomar conta desse homem...como controlar o impulso de tomar a frente de tudo, se eu passei a vida toda aprendendo a não precisar de nada disso? (Embora eu sinta muuuita falta quando tenho que carregar meu material..hehe)
E mais ainda, ele está me ensinando o autocontrole que eu sou lendária por nunca ter tido. E que até pra se ter autocontrole precisa ter uma medida, porque autocontrole demais acaba mascarando quem a gente é. E a esperar, logo eu, que nunca fui uma mulher do deserto.
O que me leva ao item mais forte dessa lista: me ensina quais são os meus medos, como eles surgiram e como eu faço pra lidar com eles. O pavor que eu criei de perder, e o quanto o medo da perda me faz correr o risco de perder-e ironicamente, esse se tornou o meu maior rival. A fobia de me magoar novamente, e o quanto eu jurei a mim mesma que homem nenhum jamais me faria sentir miserável de novo. E o medo de me sentir nas mãos de uma pessoa, sem nem ter certeza que essa pessoa sabe disso. E como é que eu faço pra me abrir, mesmo me sentindo tão vulnerável diante dessa força da natureza? E como a gente desata esse nó?
Ele me disse que é questão de tempo. Será? E o medo de ver a mesma novela, sempre? Mas que manobra posso fazer num espaço tão pequeno como esse que ele me deixou? E o que eu vou fazer se-toc,toc,toc-eu tiver que acordar do sonho e voltar pra realidade? E o medo até de falar dos medos, pra que eles não se concretizem? E o frio na barriga? E a carência? E a ansiedade?
É...pelo jeito ele ainda tem mais algumas coisas pra me ensinar...
AGORA
Club Social e groselha (promessa...)
Ansiedade
Meus Deuses, o que eu faço pra esperar?
Jeans caindo (YES!) e blusa preta
Nada
Orkut
Coming for you- JoJo
Sushi-Marian Keyes (livro de mulherzinha, ou melhor, exatamente a história DA mulherzinha aqui-I hope...)
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postado por <$Moi$> às
12:45 AM
Quarta-feira, Agosto 15, 2007
De volta ao modo random!!!
A vida até que tem saído boa nos últimos tempos. Do tipo que dá medo de comentar, mas que escapa dos lábios antes que qualquer filtro bloqueie. A música tem sido boa, o ônibus nem tão lotado (embora hoje eu quase tenha falado pro fulaninho sem-noção atrás de mim que, se ele continuasse com aquilo, minha família o obrigaria a casar comigo-e olha que eu tentei bloquear o sujeito, usar a bolsa de pára-choque, cotovelada no baço...), e até o sono não parece tão mortal assim. Ou seja, não é que de repente os Deuses resolvessem me transformar em protegida, até porque os filhos que os pais não protegem são os que vivem melhor. Só que eu tenho conseguido viver tudo isso em Stars Hollow, onde as tintas são mais carregadas e por isso mesmo tudo acaba ficando beeeeeem mais engraçado. Até postar da faculdade, esperando pra ter meia aula, e tendo que terminar o post depois-provavelmente...
ÓBEVEO que isso tem muito a ver com 2m de altura por 1,5m de largura. E o tipo de coisa que só acontece nos filmes da Toni Collete (porque a Meg Ryan é magrelinha, loirinha, olhinhos azuis e carinha de fofinha-which means, é muito fácil um Hugh Jackman cair na dela. Toni Collete não-é o tipo de mulher que vai pro trabalho de all star e leva o salto na bolsa. Ok, Toni Collete é mais que normal, é feia-então vá lá, Kate Winslet. Se bem que quem pega o Jude Law é a Cameron Diaz, e não estamos falando de Jack Black aqui. Ah, vocês entendem o que eu quero dizer-ou não, sei lá...). Se é milagre, bondade divina diante de tanta sacanagem já feita, pote de ouro no fim do arco-íris, ou se é pegadinha de novo, sei lá. Só me resta aproveitar a vibe de Vênus na minha casa sei lá quanto e quem sabe daí não surge uma Rachel bem diferente da anterior? (E que de agura em diante meus mantras são "bem-resolvida" e "pa-nn-planilha"!)
Eu tenho consciência do nonsense desse texto-e de vários outros. Só que o que ninguém sabe é que todo esse nonsense é só fachada. É o jeito que eu acho de dizer coisas sem falar, e quebrar o encanto delas. Não entendeu? Vai ligando os pontos e quem sabe, talvez, você consiga pelo menos entender o quebra-cabeça que eu monto aqui dentro-e que eu entendo, porque vejo todas as peças. E pra falar a verdade, eu SOU de fato assim. Só quem acompanha faz tempo entende o que "Oy with the poodles already" quer dizer. E ando por aí com um mp3 pendurado no ouvido, entre uma música dos Mutantes e City of blinding lights, vou dublando Shakira, pensando que quem me vê assim pode até achar louca, mas que poderia ser bem pior-eu poderia estar cantando, ué!!!!
Aliás, nunca entendi esse povo que olha torto gente que ri quando está lendo ou batuca quando ouve o discman/mp3. Não está claro o suficiente que a pessoa está reagindo ao que ELA está lendo/ouvindo, e VOCÊ é que é o elemento "de fora"?
Mas é lógico que o desconfiômetro está ligado e apitando. Afinal, como eu já disse, isso não costuma acontecer na minha vida-pelo menos de verdade, nunca aconteceu. Mas também, sempre, cedo ou tarde, açguém ganha na loteria, certo? E pra esse alguém ganhar, é porque jogou, né? Quem sabe os Deuses não resolveram mesmo compensar todos esses anos, quem sabe Godot não está à minha porta, pedindo pra entrar? E será que não existe uma pessoa que é tão ególatra que entrega a própria insegurança, a ponto de se atrapalhar mais que os inseguros de carteirinha? Enfim, se é um jogo, let's play. E se por acaso for realmente entrega para mim, manda o carteiro me chamar que eu venho receber com um sorriso gigantesco nos lábios e ainda trago um copo de suco para ele...Mas só se for pra mim MESMO.
E no fim das contas não é muito bom mudar de lugar de vez em quando, ainda que não passe de brincadeira?
AH! E tô perdendo o medo do Excel!!!!
PS: Tem um teste aqui, ó pra ver se você me conhece mesmo. Se for bem, ganha um prêmio, se não for, eu vou preparar a segunda chamada! E se fizer um seu (e quem resiste?), pode mandar que eu faço!
AGORA
Nada-tô mal do estômago, de dieta e azul de fome
Pavor/Excitação
"EU QUE-RO!"(o que eu quero? Lê o post, ué!)
Jeans cigarrete e blusa aberta nas costas cinza
O povo do lab de informática
Nada-a budega do lab não permite acessar o orkut
Ojos así-Shakira (Hey-wa!)
Melancia-Marian Keyes (peguei gosto por essa coisa de mulherzinha...)
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postado por Moi às
7:22 PM
De volta ao modo random!!!
A vida até que tem saído boa nos últimos tempos. Do tipo que dá medo de comentar, mas que escapa dos lábios antes que qualquer filtro bloqueie. A música tem sido boa, o ônibus nem tão lotado (embora hoje eu quase tenha falado pro fulaninho sem-noção atrás de mim que, se ele continuasse com aquilo, minha família o obrigaria a casar comigo-e olha que eu tentei bloquear o sujeito, usar a bolsa de pára-choque, cotovelada no baço...), e até o sono não parece tão mortal assim. Ou seja, não é que de repente os Deuses resolvessem me transformar em protegida, até porque os filhos que os pais não protegem são os que vivem melhor. Só que eu tenho conseguido viver tudo isso em Stars Hollow, onde as tintas são mais carregadas e por isso mesmo tudo acaba ficando beeeeeem mais engraçado. Até postar da faculdade, esperando pra ter meia aula, e tendo que terminar o post depois-provavelmente...
ÓBEVEO que isso tem muito a ver com 2m de altura por 1,5m de largura. E o tipo de coisa que só acontece nos filmes da Toni Collete (porque a Meg Ryan é magrelinha, loirinha, olhinhos azuis e carinha de fofinha-which means, é muito fácil um Hugh Jackman cair na dela. Toni Collete não-é o tipo de mulher que vai pro trabalho de all star e leva o salto na bolsa. Ok, Toni Collete é mais que normal, é feia-então vá lá, Kate Winslet. Se bem que quem pega o Jude Law é a Cameron Diaz, e não estamos falando de Jack Black aqui. Ah, vocês entendem o que eu quero dizer-ou não, sei lá...). Se é milagre, bondade divina diante de tanta sacanagem já feita, pote de ouro no fim do arco-íris, ou se é pegadinha de novo, sei lá. Só me resta aproveitar a vibe de Vênus na minha casa sei lá quanto e quem sabe daí não surge uma Rachel bem diferente da anterior? (E que de agura em diante meus mantras são "bem-resolvida" e "pa-nn-planilha"!)
Eu tenho consciência do nonsense desse texto-e de vários outros. Só que o que ninguém sabe é que todo esse nonsense é só fachada. É o jeito que eu acho de dizer coisas sem falar, e quebrar o encanto delas. Não entendeu? Vai ligando os pontos e quem sabe, talvez, você consiga pelo menos entender o quebra-cabeça que eu monto aqui dentro-e que eu entendo, porque vejo todas as peças. E pra falar a verdade, eu SOU de fato assim. Só quem acompanha faz tempo entende o que "Oy with the poodles already" quer dizer. E ando por aí com um mp3 pendurado no ouvido, entre uma música dos Mutantes e City of blinding lights, vou dublando Shakira, pensando que quem me vê assim pode até achar louca, mas que poderia ser bem pior-eu poderia estar cantando, ué!!!!
Aliás, nunca entendi esse povo que olha torto gente que ri quando está lendo ou batuca quando ouve o discman/mp3. Não está claro o suficiente que a pessoa está reagindo ao que ELA está lendo/ouvindo, e VOCÊ é que é o elemento "de fora"?
Mas é lógico que o desconfiômetro está ligado e apitando. Afinal, como eu já disse, isso não costuma acontecer na minha vida-pelo menos de verdade, nunca aconteceu. Mas também, sempre, cedo ou tarde, açguém ganha na loteria, certo? E pra esse alguém ganhar, é porque jogou, né? Quem sabe os Deuses não resolveram mesmo compensar todos esses anos, quem sabe Godot não está à minha porta, pedindo pra entrar? E será que não existe uma pessoa que é tão ególatra que entrega a própria insegurança, a ponto de se atrapalhar mais que os inseguros de carteirinha? Enfim, se é um jogo, let's play. E se por acaso for realmente entrega para mim, manda o carteiro me chamar que eu venho receber com um sorriso gigantesco nos lábios e ainda trago um copo de suco para ele...Mas só se for pra mim MESMO.
E no fim das contas não é muito bom mudar de lugar de vez em quando, ainda que não passe de brincadeira?
AH! E tô perdendo o medo do Excel!!!!
PS: Tem um teste
aqui, ó pra ver se você me conhece mesmo. Se for bem, ganha um prêmio, se não for, eu vou preparar a segunda chamada! E se fizer um seu (e quem resiste?), pode mandar que eu faço!
AGORA
Nada-tô mal do estômago, de dieta e azul de fome
Pavor/Excitação
"EU QUE-RO!"(o que eu quero? Lê o post, ué!)
Jeans cigarrete e blusa aberta nas costas cinza
O povo do lab de informática
Nada-a budega do lab não permite acessar o orkut
Ojos así-Shakira (Hey-wa!)
Melancia-Marian Keyes (peguei gosto por essa coisa de mulherzinha...)
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postado por <$Moi$> às
7:22 PM
Domingo, Agosto 05, 2007
“Todo dia ela faz tudo sempre igual/Me sacode às 6 horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã...” *
*Cotidiano, que pode ser do Chico Buarque *suspiros* ou do Seu Jorge, também muito boa...
Sim, a menina está viva. E sim, ela sempre acaba voltando pro seu lar. Mas não sem algumas distrações no caminho...
Primeiro, era o tédio. E uma musa quase morrendo de inanição, porque pra escrever é preciso ter o que contar, e numa cidade como São Paulo, é o dinheiro que faz o mundo girar (ou parar, nesse caso). Aí veio a falta de vontade de fazer o que quer que seja, sem dinheiro, sem assunto, sem livros, sem ânimo.
Como mudar isso? Coloque uma estréia de Harry Potter, acrescente algumas entrevistas de emprego e reserve, adicione dias e mais dias com a família, pitadas de convivência com os amigos, junte com as entrevistas preparadas anteriormente e... VOILÁ!
Aí as distrações mudaram: aprender a ignorar as gracinhas do já lendário Pôia, aprender a acordar muito cedo e não ficar "pescando", aprender a raciocinar às 6 da manhã, se virar pra montar uma dinâmica toda praticamente sozinha, a ansiedade pela volta pra casa, as pernas do colega...Coisas que não são exatamente fáceis, mas altamente compensadoras. Trabalhar com crianças, conviver com gente diferente e cheia de coisas pra ensinar, aprender a comer direito (aliás, me enganaram: sempre me disseram que quando eu aprendesse a comer em horários certos e comer comida eu emagreceria, e por que eu tô engordando???), horários e mais horários...
E finalmente, voltar pra casa. Encontrar os amigos, virtuais, da faculdade, de casa... Contar tudo o que viu nessa viagem. E pode acreditar, ainda que a viagem acabasse amanhã, já estou feliz, já teria valido a pena. Porque quando a gente passa por uma paisagem, nem a gente nem a paisagem são mais os mesmos.
E eu prometo que vou tentar sumir menos...beijos!
AGORA
Pão da Gaby e dulce de leche argentino *suspiros*
Friozinho
E lá vem a Segunda...
Jeans, camisetinha azul e canguru rosa
Meu cunhado jogando GTA
Orkut
O GTA
Férias! da Marian Keyes (mulherzinha sim, e daí?)
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postado por Moi às
7:55 PM
“Todo dia ela faz tudo sempre igual/Me sacode às 6 horas da manhã/Me sorri um sorriso pontual/E me beija com a boca de hortelã...” *
*Cotidiano, que pode ser do Chico Buarque *suspiros* ou do Seu Jorge, também muito boa...
Sim, a menina está viva. E sim, ela sempre acaba voltando pro seu lar. Mas não sem algumas distrações no caminho...
Primeiro, era o tédio. E uma musa quase morrendo de inanição, porque pra escrever é preciso ter o que contar, e numa cidade como São Paulo, é o dinheiro que faz o mundo girar (ou parar, nesse caso). Aí veio a falta de vontade de fazer o que quer que seja, sem dinheiro, sem assunto, sem livros, sem ânimo.
Como mudar isso? Coloque uma estréia de Harry Potter, acrescente algumas entrevistas de emprego e reserve, adicione dias e mais dias com a família, pitadas de convivência com os amigos, junte com as entrevistas preparadas anteriormente e... VOILÁ!
Aí as distrações mudaram: aprender a ignorar as gracinhas do já lendário Pôia, aprender a acordar muito cedo e não ficar "pescando", aprender a raciocinar às 6 da manhã, se virar pra montar uma dinâmica toda praticamente sozinha, a ansiedade pela volta pra casa,
as pernas do colega...Coisas que não são exatamente fáceis, mas altamente compensadoras. Trabalhar com crianças, conviver com gente diferente e cheia de coisas pra ensinar, aprender a comer direito (aliás, me enganaram: sempre me disseram que quando eu aprendesse a comer em horários certos e comer comida eu emagreceria, e por que eu tô engordando???), horários e mais horários...
E finalmente, voltar pra casa. Encontrar os amigos, virtuais, da faculdade, de casa... Contar tudo o que viu nessa viagem. E pode acreditar, ainda que a viagem acabasse amanhã, já estou feliz, já teria valido a pena. Porque quando a gente passa por uma paisagem, nem a gente nem a paisagem são mais os mesmos.
E eu prometo que vou tentar sumir menos...beijos!
AGORA
Pão da Gaby e dulce de leche argentino *suspiros*
Friozinho
E lá vem a Segunda...
Jeans, camisetinha azul e canguru rosa
Meu cunhado jogando GTA
Orkut
O GTA
Férias! da Marian Keyes (mulherzinha sim, e daí?)
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postado por <$Moi$> às
7:55 PM
Terça-feira, Julho 24, 2007
Tô viva.
Com muita coisa pra contar, mas ainda sem saber como...alguém sabe como é que brinca de postar de celular?
(E a lista de posts temáticos para um futuro só aumenta...tsc, tsc)
Beijos!
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postado por Moi às 11:13 PM
Tô viva.
Com muita coisa pra contar, mas ainda sem saber como...alguém sabe como é que brinca de postar de celular?
(E a lista de posts temáticos para um futuro só aumenta...tsc, tsc)
Beijos!
postado por <$Moi$> às
11:13 PM
Sábado, Julho 07, 2007
"La verdad es que también/Lloro una vez al mes, sobretodo cuando hay frio/No tienes que decirlo, no vas a volver, te conosco bien (Y sin ti todo es tan horrible)"*
*=Inevitable, da Shakira-porque certas lembranças, certas pessoas e certos sentimentos são inevitáveis.
Tem horas em que eu acho que os céus querem me testar. Ver se eu sou mesmo capaz de manter a disciplina, até que ponto eu consigo me manter fiel a um projeto. Porque pra esta escorpiana que vos tecla, é muito fácil ser fiel a pessoas. Agora, quanto a ser fiel a si mesma...
E nem é que eu tenha voltado ao poço de lamúrias dos amores mal digeridos. Mas a semana foi especialmente nostálgica: lembranças de todo um passado que poderia ter sido e não foi (e aquele vozinha fininha, baixinha, filha da p*&@ me dizendo "a essa hora você podia estar na Espanha, abraçada ao seu Seth Cohen")-e é uma pena, porque eu gosto muito de Somewhere only we know. Sensação de abandono porque, pra ser bem "cheesy", o pior da saudade é a ausência de presença-e Inevitable, uma Canção em linha reta feita por uma garota com tendências roqueiras (sim, minha gente, os empresários do ramo não vendem, mas Shakira tem tendências roqueiras!). E uma filhadaputice que persiste, e me é atirada na cara todo dia, que me deixa mais emputecida do que triste, mas é um pensamento que também não me larga-e eu tenho que descobrir um jeito de desapegar o U2 dessa filhadaputice, porque seria jogar pérolas aos porcos.
Tá, tudo bem. Eu estou na TPM sim, estressada com essa coisa de emprego, muito tempo em casa. E eu sei que eu SOU uma pessoa exigente. A minha equação é aparentemente simples. Eu me dou muito pras pessoas, logo, o mínimo que elas têm a fazer é se doar pelo menos numa proporção justa. Mas quem pode culpar as pessoas por não pagar pelo que lhes é dado? E como não se dar quando é da natureza, e não da pessoa? E quando a mão coça e eu não resisto a fuçar a vida alheia, em busca de vestígios idiotas e às vezes inexistentes de que ela tem mais carinho do que eu?
E tudo isso é só pra me provar que eu não consigo largar o vício dos amores mal fermentados? Querida Agape, na verdade é isso que eu digo quando fujo do pratinho. Não é de estar apaixonada que estou fugindo. É de adicionar mais algum ingrediente nesse coquetel (molotov) de amores embolorados, ou de recorrer a ele. É que eu realmente devo ser uma menina disciplinada, e aprender a deitar a cabeça e dormir.
E porque os Deuses querem saber se eu sou capaz de ser disciplinada é que eles me fizeram limpar gavetas na TPM. E botar a primeira aula de aeroboxe na academia pra essa mesma semana, quando eu fico enjoada, com cólicas e incho tanto que tenho que trocar meu anel de dedo, e ainda assim fica apertado. E por isso também a compulsão alimentar me pega na semana em que decido começar um regime, e a consulta que eu tenho adiado tanto ficou marcada pro dia seguinte à tal aula, lá na putaquepariu. Mas eu fui na aula e gostei, mesmo dando PT depois de 20 min (pra meu consolo, as meninas são legais e disseram que com elas foi assim também-será?). E fui na consulta e gostei da primeira endocrinologista não-hipócrita que eu conheço. Aliás, pausa pra história da série "Meus Deuses são bem engraçadinhos": a minha médica me aloprou. Perguntou sobre bebida, fumo, contraceptivo (apesar dela concordar que a abstinência é o melhor método: uma falha em dois mil anos!), e ao ouvir as negativas, ela manda (na frente da mãe superzelosa-cópia da D. Benta do Sítio):"minha filha, cê tá viva? Vai pra esbórnia! É isso que tá te faltando!". Muito legal ouvir isso da médica que deveria te pôr na linha. (É, pensando bem, eu até que mereço uma ou outra indisciplina de vez em quando.) Pelo menos eu cortei o cabelo, e isso realmente deu um up na auto-estima e na imagem - com direito a aprovação dos populares.
E pra completar, uma lembrança de que nem sempre eu fui assim, tão...monja. Alguém que eu não via há muito, muito tempo surge do nada e vem bem dessa parte do passado. E aí bate o conflito entre a vontade que já existia de chamar outro alguém desse passado-e nesse caso estamos falando da parte boa-e talvez magoar acidentalmente essa pessoa. Como explicar que focinho de porco não é tomada e que nem sempre uma booty call é só uma booty call? E como saber se tudo o que é realmente é o que está no contrato? Será que por outro lado, não tá passando na minha fuça o que eu sempre procurei? Ou eu tô vendo chifre em cavalo? E o principal:como perguntar sem falar e como obter respostas sem ouvir?
Sei lá, tô muito complexa. Vai ver é o sangue fluindo inversamente, tá dando pane seca no cérebro. Vai ver é falta de cerveja pra diluir os pensamentos.
Mas eu sei é que eu tenho que sair do computador e arrumar a mala pra viajar no feriado, como uma boa garota disciplinada.
AGORA
Chocolate com crisp de morango
Dores no corpo todo
Mala, arrume-se!!(Não tá dando certo)
Pijama azul
Nada
Meu teste!
High-James Blunt
Mastigando humanos-Santiago Nazarian
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postado por Moi às
7:14 AM
"La verdad es que también/Lloro una vez al mes, sobretodo cuando hay frio/No tienes que decirlo, no vas a volver, te conosco bien (Y sin ti todo es tan horrible)"*
*=Inevitable, da Shakira-porque certas lembranças, certas pessoas e certos sentimentos são inevitáveis.
Tem horas em que eu acho que os céus querem me testar. Ver se eu sou mesmo capaz de manter a disciplina, até que ponto eu consigo me manter fiel a um projeto. Porque pra esta escorpiana que vos tecla, é muito fácil ser fiel a pessoas. Agora, quanto a ser fiel a si mesma...
E nem é que eu tenha voltado ao poço de lamúrias dos amores mal digeridos. Mas a semana foi especialmente nostálgica: lembranças de todo um passado que poderia ter sido e não foi (e aquele vozinha fininha, baixinha, filha da p*&@ me dizendo "a essa hora você podia estar na Espanha, abraçada ao seu Seth Cohen")-e é uma pena, porque eu gosto muito de Somewhere only we know. Sensação de abandono porque, pra ser bem "cheesy", o pior da saudade é a ausência de presença-e Inevitable, uma Canção em linha reta feita por uma garota com tendências roqueiras (sim, minha gente, os empresários do ramo não vendem, mas Shakira tem tendências roqueiras!). E uma filhadaputice que persiste, e me é atirada na cara todo dia, que me deixa mais emputecida do que triste, mas é um pensamento que também não me larga-e eu tenho que descobrir um jeito de desapegar o U2 dessa filhadaputice, porque seria jogar pérolas aos porcos.
Tá, tudo bem. Eu estou na TPM sim, estressada com essa coisa de emprego, muito tempo em casa. E eu sei que eu SOU uma pessoa exigente. A minha equação é aparentemente simples. Eu me dou muito pras pessoas, logo, o mínimo que elas têm a fazer é se doar pelo menos numa proporção justa. Mas quem pode culpar as pessoas por não pagar pelo que lhes é dado? E como não se dar quando é da natureza, e não da pessoa? E quando a mão coça e eu não resisto a fuçar a vida alheia, em busca de vestígios idiotas e às vezes inexistentes de que ela tem mais carinho do que eu?
E tudo isso é só pra me provar que eu não consigo largar o vício dos amores mal fermentados? Querida Agape, na verdade é isso que eu digo quando fujo do pratinho. Não é de estar apaixonada que estou fugindo. É de adicionar mais algum ingrediente nesse coquetel (molotov) de amores embolorados, ou de recorrer a ele. É que eu realmente devo ser uma menina disciplinada, e aprender a deitar a cabeça e dormir.
E porque os Deuses querem saber se eu sou capaz de ser disciplinada é que eles me fizeram limpar gavetas na TPM. E botar a primeira aula de aeroboxe na academia pra essa mesma semana, quando eu fico enjoada, com cólicas e incho tanto que tenho que trocar meu anel de dedo, e ainda assim fica apertado. E por isso também a compulsão alimentar me pega na semana em que decido começar um regime, e a consulta que eu tenho adiado tanto ficou marcada pro dia seguinte à tal aula, lá na putaquepariu. Mas eu fui na aula e gostei, mesmo dando PT depois de 20 min (pra meu consolo, as meninas são legais e disseram que com elas foi assim também-será?). E fui na consulta e gostei da primeira endocrinologista não-hipócrita que eu conheço. Aliás, pausa pra história da série "Meus Deuses são bem engraçadinhos": a minha médica me aloprou. Perguntou sobre bebida, fumo, contraceptivo (apesar dela concordar que a abstinência é o melhor método: uma falha em dois mil anos!), e ao ouvir as negativas, ela manda (na frente da mãe superzelosa-cópia da D. Benta do Sítio):"minha filha, cê tá viva? Vai pra esbórnia! É isso que tá te faltando!". Muito legal ouvir isso da médica que deveria te pôr na linha. (É, pensando bem, eu até que mereço uma ou outra indisciplina de vez em quando.) Pelo menos eu cortei o cabelo, e isso realmente deu um up na auto-estima e na imagem - com direito a aprovação dos populares.
E pra completar, uma lembrança de que nem sempre eu fui assim, tão...monja. Alguém que eu não via há muito, muito tempo surge do nada e vem bem dessa parte do passado. E aí bate o conflito entre a vontade que já existia de chamar outro alguém desse passado-e nesse caso estamos falando da parte boa-e talvez magoar acidentalmente essa pessoa. Como explicar que focinho de porco não é tomada e que nem sempre uma booty call é só uma booty call? E como saber se tudo o que é realmente é o que está no contrato? Será que por outro lado, não tá passando na minha fuça o que eu sempre procurei? Ou eu tô vendo chifre em cavalo? E o principal:como perguntar sem falar e como obter respostas sem ouvir?
Sei lá, tô muito complexa. Vai ver é o sangue fluindo inversamente, tá dando pane seca no cérebro. Vai ver é falta de cerveja pra diluir os pensamentos.
Mas eu sei é que eu tenho que sair do computador e arrumar a mala pra viajar no feriado, como uma boa garota disciplinada.
AGORA
Chocolate com crisp de morango
Dores no corpo todo
Mala, arrume-se!!(Não tá dando certo)
Pijama azul
Nada
Meu teste!
High-James Blunt
Mastigando humanos-Santiago Nazarian
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postado por <$Moi$> às
7:14 AM
Segunda-feira, Junho 25, 2007
Só dois PS's antes do post...
PS1-Finalmente fiz um post com dica no Miss Address!!! Se o comentário não abrir, dá atualizar na página que abre! (E vai lá também, please...o post é mais curto!)
PS2-EU ODEIO CARTA DE APRESENTAÇÃO DE CURRÍCULO!!! E VAGA DE ESTÁGIO QUE PEDE EXPERIÊNCIA NA ÁREA!!! (Desculpa, mas eu precisava desabafar...)
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postado por Moi às 4:46 AM
Só dois PS's antes do post...
PS1-Finalmente fiz um post com dica no
Miss Address!!! Se o comentário não abrir, dá atualizar na página que abre! (E vai lá também, please...o post é mais curto!)
PS2-EU ODEIO CARTA DE APRESENTAÇÃO DE CURRÍCULO!!! E VAGA DE ESTÁGIO QUE PEDE EXPERIÊNCIA NA ÁREA!!! (Desculpa, mas eu precisava desabafar...)
postado por <$Moi$> às
4:46 AM
"Socorro, alguém me empreste um coração/Que este já não bate nem apanha(...)/Tem tanto sentimento, deve ter algum que sirva"*
*= Socorro, do Arnaldo Antunes-aliás, eu acho ele tão melhor quando não tenta ser concretista...
Nesses dias parece que os Deuses mandaram um recado bem claro, em que a teoria se sobreporia à prática. No melhor estilo filosofal, o assunto da semana foi: amor.
Em todas as séries que eu assisti teve alguma cena com uma declaração de amor, um momento de entrega, alguma ternura. E aí eu fiquei sentindo falta disso...de paixão, de pensar numa pessoa específica antes de dormir, de ter borboletas no meu estômago. Só que eu vi também que tudo isso tem um lado muito bom.
Se por um lado pode ser muito lindo ter as tais borboletas no estômago, por outro essas borboletas depois costumam me causar uma baita azia. E que parece que pra mim, amor está associado com sofrimento. No melhor estilo pavloviano, tipo o ratinho tomando choque ao chegar no prato sem eletricidade. Talvez porque eu, como boa escorpiana, não levo muito jeito pra esse negócio de meio termo (só de vez em quando eu muito acidentalmente esbarro nisso), e pra mim, gostar de alguém envolve conhecer bem, sentimentos fortes, entrega total e irrestrita, ou simplesmente não acontece. E quando se aposta alto a tendência é perder...
Aí eu ouço alguém do outro lado da tela dizendo "mas e os outros amores, mãe, família, amigos, não contam?". Contam, mas não é disso que estou falando. E aí vem outra pessoa dizer "então, ou você namora, ou não fica com ninguém?". E eu respondo: não é bem assim, eu tenho sangue vermelho, e até me interesso por um ou outro cara ao longo do caminho. Mas nunca me jogo de cabeça num pretê, e sei muito bem separar algum amigo que eventualmente fica comigo de algum envolvimento amoroso (talvez até bem demais, diriam alguns).
Então é compreensível o meu suspiro de alívio ao me ver longe dessa coisa toda de amor, paixão e adjacências. É claro que isso não é só obra de uma força de vontade e um comedimento que nunca tive (aliás, mesmo motivo pelo qual não consigo fazer dieta alguma). O fato de eu estar completamente absorvida por questões muito mais urgentes como ir bem nas provas da faculdade (e fui! \o/), conseguir atingir a média em todas as matérias (e consegui! \o/ aliás, em algumas bem mais que isso! \o/), controlar o dinheiro para conseguir pagar a faculdade e manter as boas notas, arrumar um emprego pra continuar a faculdade com as tais boas notas (bem, esse ainda em andamento), show do Cachorro Grande na Paulista Ave (muito bom, virei fã!). Realmente, isso tudo tem ajudado bastante a me manter longe do pratinho.
E tem mais uma coisa: se é pra eu arriscar, que seja algo que o valha. Tenho ficado cada vez mais exigente, e o raciocínio pra isso, embora dificulte as coisas, faz sentido. Afinal, já fiquei sozinha esse tempo todo e se é pra sair do meu infinito particular, que seja em grande estilo, ou posso continuar aqui. E também porque cresci muito nesse tempo, e se conheço melhor meus defeitos, conheço também as qualidades. E sei que (caham!) elas não são poucas (sem ser pretensiosa, sei que quando encontrar alguém esse alguém vai ter uma garota 100% dedicada e disposta a fazer esse alguém feliz). Então, ou banca a aposta ou me deixa na minha.
(Desnecessário dizer sobre o post anterior, situação meio resolvida, meio desapegada...eu sabia que ia dar nisso mesmo...:p)
Beijo nas criança!
AGORA
Torta de atum solada, mas boa
Frio, ansiedade
"Preciso arrumar um emprego!!!"
Regata branca e calça vermelha
Borat-vai, é engraçado...
Curriculum.com.br
Nando Reis-Os cegos do castelo *saudade de um certo pratinho eletrocutado*
Admirável Mundo Novo-Aldous Huxley (tão bom que é obrigatório!)
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postado por Moi às
3:52 AM
"Socorro, alguém me empreste um coração/Que este já não bate nem apanha(...)/Tem tanto sentimento, deve ter algum que sirva"*
*= Socorro, do Arnaldo Antunes-aliás, eu acho ele tão melhor quando não tenta ser concretista...
Nesses dias parece que os Deuses mandaram um recado bem claro, em que a teoria se sobreporia à prática. No melhor estilo filosofal, o assunto da semana foi: amor.
Em todas as séries que eu assisti teve alguma cena com uma declaração de amor, um momento de entrega, alguma ternura. E aí eu fiquei sentindo falta disso...de paixão, de pensar numa pessoa específica antes de dormir, de ter borboletas no meu estômago. Só que eu vi também que tudo isso tem um lado muito bom.
Se por um lado pode ser muito lindo ter as tais borboletas no estômago, por outro essas borboletas depois costumam me causar uma baita azia. E que parece que pra mim, amor está associado com sofrimento. No melhor estilo pavloviano, tipo o ratinho tomando choque ao chegar no prato sem eletricidade. Talvez porque eu, como boa escorpiana, não levo muito jeito pra esse negócio de meio termo (só de vez em quando eu muito acidentalmente esbarro nisso), e pra mim, gostar de alguém envolve conhecer bem, sentimentos fortes, entrega total e irrestrita, ou simplesmente não acontece. E quando se aposta alto a tendência é perder...
Aí eu ouço alguém do outro lado da tela dizendo "mas e os outros amores, mãe, família, amigos, não contam?". Contam, mas não é disso que estou falando. E aí vem outra pessoa dizer "então, ou você namora, ou não fica com ninguém?". E eu respondo: não é bem assim, eu tenho sangue vermelho, e até me interesso por um ou outro cara ao longo do caminho. Mas nunca me jogo de cabeça num pretê, e sei muito bem separar algum amigo que eventualmente fica comigo de algum envolvimento amoroso (talvez até bem demais, diriam alguns).
Então é compreensível o meu suspiro de alívio ao me ver longe dessa coisa toda de amor, paixão e adjacências. É claro que isso não é só obra de uma força de vontade e um comedimento que nunca tive (aliás, mesmo motivo pelo qual não consigo fazer dieta alguma). O fato de eu estar completamente absorvida por questões muito mais urgentes como ir bem nas provas da faculdade (e fui! \o/), conseguir atingir a média em todas as matérias (e consegui! \o/ aliás, em algumas bem mais que isso! \o/), controlar o dinheiro para conseguir pagar a faculdade e manter as boas notas, arrumar um emprego pra continuar a faculdade com as tais boas notas (bem, esse ainda em andamento), show do Cachorro Grande na Paulista Ave (muito bom, virei fã!). Realmente, isso tudo tem ajudado bastante a me manter longe do pratinho.
E tem mais uma coisa: se é pra eu arriscar, que seja algo que o valha. Tenho ficado cada vez mais exigente, e o raciocínio pra isso, embora dificulte as coisas, faz sentido. Afinal, já fiquei sozinha esse tempo todo e se é pra sair do meu infinito particular, que seja em grande estilo, ou posso continuar aqui. E também porque cresci muito nesse tempo, e se conheço melhor meus defeitos, conheço também as qualidades. E sei que (caham!) elas não são poucas (sem ser pretensiosa, sei que quando encontrar alguém esse alguém vai ter uma garota 100% dedicada e disposta a fazer esse alguém feliz). Então, ou banca a aposta ou me deixa na minha.
(Desnecessário dizer sobre o post anterior, situação meio resolvida, meio desapegada...eu sabia que ia dar nisso mesmo...:p)
Beijo nas criança!
AGORA
Torta de atum solada, mas boa
Frio, ansiedade
"Preciso arrumar um emprego!!!"
Regata branca e calça vermelha
Borat-vai, é engraçado...
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Nando Reis-Os cegos do castelo *saudade de um certo pratinho eletrocutado*
Admirável Mundo Novo-Aldous Huxley (tão bom que é obrigatório!)
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postado por <$Moi$> às
3:52 AM
AGORA
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